quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Sobre o PPP...

A partir da leitura do Projeto Político Pedagógico do Colégio Estadual Engenheiro Ignácio Christiano Plangg, elaborado no ano de 2001, constatamos qual a filosofia da escola. O PPP foi elaborado pela antiga direção e trata dos princípios éticos, objetivos, finalidades, história e o contexto social de seus alunos.
De maneira sucinta e teórica, o documento aborda questões consideradas necessárias para um bom rendimento escolar, visando os alunos, professores, direção e demais... Também estabelece parâmetros para a aplicação de conteúdos, avaliação e as funções que devem ser desempenhadas por cada funcionário.
Através do conteúdo, pôde-se observar que o PPP não se enquadra mais na realidade atual da escola, tendo em vista que foi elaborado há 10 anos atrás. Faz-se necessário uma reorganização do documento, pois há itens que não condizem com o momento que a escola vivencia, como a questão do “Grêmio Estudantil” que não existe mais, mas é citado no PPP como algo presente.
Por fim, pôde-se verificar que falta um olhar mais detalhado, aprofundando o conteúdo de cada item a fim de retratar de forma mais clara a realidade da escola. Nessa nova organização é importante a participação efetiva de todos os membros da comunidade escolar Ignácio Christiano Plangg.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Engenheiro Ignácio Christiano Plangg

NOSSO PATRONO

NOSSO PATRONO
ENG IGNÁCIO CHRISTIANO PLANGG

Entrevistas realizadas

   
Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS
PIBID – Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência
Edital nº 018/2010/CAPES

Colégio Estadual Engenheiro Ignácio Christiano Plangg
Canudos – Novo Hamburgo
Supervisor: Vladimir Fernando Schnee Krueger

Entrevistada: Bibliotecária
  1.      Dados de identificação:
Elisabeth.

2.      Qual a sua formação?
Graduada em História 2009/2 – Feevale.

3.      Qual a função exercida na escola?
Bibliotecária.

4.      Você ocupa atualmente o cargo para o qual obteve aprovação no concurso?
Não, no concurso fui aprovada para o cargo de monitora, mas fui deslocada para a biblioteca.

5.      Há quanto tempo trabalha na escola?
Há quatro anos.

6.      Você sente falta de formação específica para o cargo que exerce?
Seria ótimo possuir uma formação específica. Sem  formação adequada, às vezes é preciso “contornar a situação."

7.      Você já trabalhou em outra escola antes do Plangg?
Sim, durante quinze anos como merendeira.

8.      Na sua opinião, os funcionários de escola são valorizados suficientemente?
Não.

9.      A biblioteca oferece uma variedade de obras aos alunos?
Deveria haver mais variedade, muitos alunos procuram obras que não possuímos na biblioteca.

10.  Os alunos podem retirar os livros da biblioteca por quantos dias? Há multa e/ou dificuldades para a devolução?
Há certa dificuldade com alguns alunos para a devolução, mas a maioria devolve na data certa. Eles podem retirar livros por uma semana, se for muito extenso ainda há a opção de renovar. Em caso de atraso, há uma multa de R$ 0,50 por dia.

11.  Na sua visão, os alunos da escola são leitores?
Acredito que não, pois o número de alunos na escola é muito superior comparado à procura de livros.

12.  Você pretende trabalhar na sua área de formação?
Não pretendo, por problemas de saúde.

Entrevistado: Bibliotecário

1. Dados de identificação: Arlindo Martins Marques

2. Formação
Graduado em Estudos Sociais e Licenciatura plena em Geografia (UNISINOS e UNIJUÍ)

3. Tempo de trabalho:
Trinta e cinco anos e meio.

4. Funções exercidas atualmente:
Atendimento ao aluno, arquivo e registro de livros, auxílio aos alunos prar arealizar os trabalhos.

5. Como você percebe o trabalho dos docentes?
Os professores são limitados, as condições de trabalho, alunos com lacunas e deficiências. É díficil avançar para aulas de qualidade, o maior empecilho é a disciplina e o querer saber.

6. Qual a função da escola hoje?
Preparar mão-de-obra barata ao mercado de empregabilidade e poder aquisitivo a satisfazer o mercado de vendas e compras. As aulas se resumem a cumprir tarefas, a fazer peão barato. Está a serviço do modelo político e econômico e, ainda, ideológico da sociedade em que vivemos, sociedade de consumo.
O professor se acomoda e, ao mesmo tempo, sofre e é obrigado, para se manter, entrar no jogo. A aula se produz, é um lugar de se produzir conhecimento, mas para isso é fundamental a liberdade e a reponsabilidade pelo saber.

7. O discurso acadêmico está muito distante da prática em sala de aula?
Sim, o discurso acadêmico, o "científico" acadêmico anda longe da prática. Enquanto se estuda não há tempo para aprender saber. O acadêmico vira tarefeiro, não se prioriza a produção do saber, as informações não se efetuam em conhecimento, o acadêmico é consumidor, freguês, ...

8. Até que ponto a direção pode determinar o sucesso/ fracasso da escola?
A maior parte das direções de escola são por interesses pessoais, fugir da sala de aula ou cargo político partidário, manter um sistema ideológico, alimentar a sociedade de consumo com mão-de-obra de dóceis trabalhadores consumidores. Os diretores de escola apavorados, envolvidos na disciplina, comportamento. Não têm procupação com o verdadeiro cidadão, o conhecimento, a produção do conhecimento e ainda atrapalham o professor que está disposto a fazer.

9. Como você vê as questões políticas nas escolas estaduais?
As escolas estaduais vivenciam uma calmaria política, estamos produzindo analfabetos políticos. O ser político é ser comprometido como cidadão e as escolas estão alheias na produção de cidadãos. Os ídolos atuais estão na TV, que é um deus, é tudo, a escola é um lugar de forjar indivíduo para empregabilidade.

10. Pelo fato de ser professor em desvio de função, você acha que há diferença no relacionamento com os demais professores?
Apesar de vivenciar a sala de aula em torno de vinte anos, tenho saudade. O relacionamento com professores acho que não mudou, é bom.

11. Como é a sua relação com os alunos?
Me sinto bem relacionado com eles, me dizem que sou parceiro, amigão, ...

12. Você, após vários anos de docência, sente uma diferença nas questões salariais e valorização pessoal?
O meu salário não mudou, é o mesmo e quanto a valorização pessoal digo que estou no lugar que escolhi. Não sou diretor para não entrar nesse jogo. 

Entrevistada: Merendeira
1. Dados de identificação:
Edi
2.      Como é organizado o cardápio semanal?
Na sexta-feira, as merendeiras se reunem para decidir o cardápio da semana seguinte.

3.      Quem é responsável pela organização do cardápio?
A CRE manda sugestões e as merendeiras montam o cardápio a partir dessa orientação, fazendo com que não haja repetições durante a semana.
3.      Há um acompanhamento de um nutricionista?
Não efetivamente, mas todas as sugestões enviadas pela CRE possuem um acompanhamento.

4.      Em média, quantos alunos consomem diariamente a merenda escolar? O que é
feito com as sobras da merenda?
Em média, quatrocentos e cinquenta alunos consomem por dia na escola, dependendo da merenda. As sobras, geralmente, são congeladas.

5.      Na sua opinião, o trabalho na escola é valorizado adequadamente?
Por parte dos alunos, sim.

Entrevistado: Monitor do Pátio
1.      Dados de identificação:
Henrique.

2.      Qual o cargo e funções que exerce? Há quanto tempo?
Cargo de monitor, inspetor escolar. Possuo a função de monitorar os alunos e trabalho há dez meses na escola.

3.      Qual a sua formação?
Curso superior incompleto, cursando História (licenciatura) – Feevale.

4.      Quais as dificuldades encontradas no dia-a-dia de trabalho?
Dificuldades com relação ao mau comportamento, educação ou deboche por parte dos alunos, decorrente do meio social em que vivem.

5.      Os alunos o respeitam?
Nem todos, é muito relativo.

6.      Na sua opinião, o trabalho na escola é valorizado adequadamente?
Nem tanto, principalmente pelos alunos. Às vezes, o trabalho é mais reconhecido pelos próprios funcionários.

7. Existe diferença no comportamento dos alunos se formos comparar o período da tarde com o da noite?
Sim, pela manhã os alunos são mais calmos e à tarde mais agitados (também pelo fato de ser Ensino Fundamental). Durante a noite os alunos parecem mais maduros.

8. Como é a sua relação com os demais funcionários da escola?
Bom, normalmente é um convívio tranquilo. É como uma família, algumas vezes temos que saber ceder também.

9.  Como você vê a importância da atuação do monitor nas escolas públicas? Como
essa profissão auxilia os professores?
Muito importante, é fundamental para coordenar e assistencializar a escola e os professores, um monitor impõe respeito.

Entrevistado: Monitora do Patio
       
1. Dados de identificação:
Mônica, 42 anos.

2. Qual a sua formação?
Ensino fundamental completo.

      3. Quanto tempo trabalha na escola?
6 anos.

      4. Qual é o seu cargo? Que funções você exerce?
O cargo é de merendeira. Pela manhã exerço a função de monitora de pátio e a noite de merendeira.

     5. Quais as dificuldades de trabalho?
Tenho que ter jogo de cintura e flexibilidade.

     6. Qual a sua relação com os alunos?
A relação é boa, procuro ser amiga deles, porém faço uso da autoridade quando é necessário.

      7.Qual a sua relação com os professores?
Muito boa.

       8. Qual a importância do seu trabalho para a escola?
A importância é de manter a organização.

       9. Você sente falte de uma formação específica?
Sinceramente, não.

       10. Recebestes algum curso de apoio?
 Não.

11. Você acha que o seu trabalho é valorizado?
 Pelas pessoas da escola sim, financeiramente não.

Entrevistado: Equipe de Limpeza 
      1. Dados de identificação:
Neusa. Maria.

       2. Qual a sua formação?
 Ensino superior em andamento (Neusa). Ensino Fundamental completo (Maria).

      3. Quanto tempo trabalha na escola?
3 anos (Neusa). 8 meses (Maria).

      4. Qual o nome do seu cargo?
Servente.

      5. Que funções você exerce? Quais as atribuições?
Limpeza geral da escola.

      6. Fizestes concurso para este cargo?
Não.

      7. Recebestes alguma orientação, por exemplo como lidar com produtos de limpeza, segurança do trabalho, etc., para exercer sua função?
 Sim, a CREA passa algumas orientações.

      8. Quais as dificuldades do trabalho?
O trabalho não possui dificuldades.

       9. Os alunos colaboram com a limpeza da escola?
 Sim, mas não muito.

      10. Os alunos fazem alguma atividade de limpeza?
Sim. Os alunos são responsáveis pela limpeza da sala de aula.

      11. Como é a sua relação com os alunos?
Tranqüila.

      12. Como é a sua relação com os professores?
Muito boa. Eles colaboram com a limpeza.

       13. Você acha que seu trabalho é valorizado?
 É pouco valorizado pela escola. Financeiramente também não é valorizado.

Entrevistado: Cantina

            1. Identificação:
Marilene.

            2. Quanto tempo possuem a cantina?
5 meses.

            3. Horário de funcionamento.
Horários de intervalo.

             4. Os lanches são bastante consumidos apesar de ter merenda da escola?
 É dividido.

            5. Qual é o lanche mais e menos vendido?
Os mais vendidos são folhados e pastéis. Os menos vendidos são os pastéis menores.

             6. Há restrições na venda de merenda?
Não pode ter muita gordura nem muito doce.

             7. Os lanches são preparados por quem?
Alguns são feitos pelos donos e outros são comprados por terceiros, mas são assados e fritos pelos donos.

             8. Há fiscalização? De quanto em quanto tempo?
Sim, da direção. Toda a semana.

Entrevistado: Professor de Física

            1. Identificação:
Maquenzi.

            2. Formação:
Física- licenciatura.

            3. Tempo de magistério:
4 anos e meio.

            4. Tempo de escola:
5 anos.

             5. Além do Plangg, tens experiências em outras escolas? Quais?
 Sim, Sapiranga, Estância Velha (Escolas públicas). Em São Leopoldo (particular)

            6. Quais as diferenças entre as escolas?
Privado paga mais e exige mais resultado do professor.

            7. Quais são as dificuldades encontradas no dia a dia?
O comportamento dos alunos e a falta de interesse.

             8. Que tipo de recurso você utiliza para deixar suas aulas mais atrativas?
             Laboratório, documentários e vídeos.

             9. Qual é a sua relação com os alunos?
 É uma relação boa.

             10. Atualmente sabemos que os alunos não são leitores. Isto interfere de alguma maneira as suas aulas? 
 Com certeza, pois eles não tem habilidade para interpretar os exercícios e por conseqüência não conseguem resolvê-los.

Entrevistado: Vice Direção

            1. Identificação:
Magda.

             2. Formação:
Faculdade de educação física.

             3. Tempo de magistério:
14 anos.

             4. Quanto tempo de escola:
10 anos.

             5. Quais as dificuldades encontradas no trabalho?
Nós temos a questão da violência entre as meninas principalmente na parte da tarde. O que provoca estas brigas é o bulling.

             6. Quais as suas funções?
Vice diretora no turno da manha e a tarde, apoio pedagógico.

            7. Qual é a sua relação com os alunos?
É uma relação tranqüila que envolve respeito e medo. 90% dos aluno possuem uma relação boa comigo.

             8. O que achas que deveria ser melhorado na escola?
A relação da família com a escola, pois os pais não participam como deveriam participar.

             9. Junto ao cargo de vice diretora, você também leciona?
Não, no momento não leciono.

            10. Pelo fato de haver 3 vice diretoras, como são realizadas as tarefas?
         Em cada turno trabalhamos da mesma forma. Quando precisamos decidir algumas questões todos participam.

Entrevista: SETOR FINANCEIRO

             1. Identificação:
 Serlane.

             2. Qual é a sua formação?
Graduada em administração- matemática.

             3. Há quanto tempo trabalhas na escola Plangg?
 4 anos.

             4. Qual o nome de seu cargo?
Assistente administrativo financeiro.

             5. Que funções você exerce e quais as suas atribuições?
 É tudo relacionado com o financeiro. Tesoureira do caixa escolar.

            6. Fizeste concurso para este cargo?
Pra este cargo não. Sou concursada para lecionar.

             7. Quais as dificudades do trabalho?
 Nenhuma.

             8. Como são feitas as compras da escola e como o dinheiro chega até a escola?
 É tudo repasse do governo federal e do governo estadual. Os recursos para a compra da merenda vêm do FNDE.

             9. Uma das coisas importantes da escola é a merenda. Qual o seu envolvimento com isso e quais os critérios que são levados em consideração na hora da compra?
A escola recebe uma sugestão de cardápio e a partir disto procuramos montar um cardápio com uma alimentação saudável, variada. 

           10. Quais as fontes de renda da escola (cantina, CPM)?
A cantina não é da escola, ela só aluga o espaço e recebemos dinheiro de repasses do governo federal e estadual.

            11. No caso de ocorrer um erro nas finanças da escola, quem é o responsável?
É a direção.

          12. Existe uma mensalidade facultativa? Qual o percentual de alunos que a pagam?
          Não possui mensalidade. Por ser uma escola publica, não pode cobrar mensalidade. O que a escola aceita é apenas as doações dos pais.

            13. Você acha que seu cargo é valorizado?
Sim. Exige muito conhecimento e há muito trabalho. 


Entrevista: Alunos

       1. Nome:
a)      Bruna
b)      André
c)      Flávio
d)      Paulo

       2. Idade:
a)      17 anos
b)      17 anos
c)      18 anos
d)      50 anos

      3. Ano/ série:
a)      3° ano
b)      3° ano
c)      1º ano
d)      1º ano

      4. O que acham da escola? De estudar aqui?
a)      Para uma escola pública é razoável, tem qualidade de ensino, uma boa estrutura.
b)      Há quadras para jogos e várias outras atividades que acontecem, na escola.
c)      Os professores e a estrutura são bons, mas a direção não é muito legal.
d)      Estrutura e professores muito bons, porém há muita indisciplina dos alunos.

      5. Qual é a sua relação com professores e colegas?
a)      Uma relação boa, de tolerância, apesar da turma ser desunida.
b)      Tenho uma boa relação com todos.
c)       Eu me relaiono bem com os professores e com os colegas.
d)       Boa.

      6. Qual é a importância que você dá aos estudos?
a)      É a base. Aprendemos a conviver em grupo, a respeitar as diferenças.
b)      Estudar é muito importante.
c)      É importante porque você tem mais chances no mercado de trabalho.
d)      Tudo é importante. Essa cadeia do conhecimento faz com que você aumente a sua interação em    todos os campos. Isso é cutura, é o conhecimento. A escola se propoe a isso formar um indivíduo.
      7. Pretende prestar vestibular? Para que?
a)      Agora não, mas futuramente pretendo fazer publicidade ou jornalismo.
b)      Não. Ainda não sei o que quero fazer.
c)      Não.
d)      Engenharia e economia.

      8. O que seus pais lhe falam em relação aos estudos?
a)      Eles me incentivam e me apóiam no que preciso.
b)      Acham muito importante ter que estudar.
c)      Falam que preciso de mais dedicação.
d)      Minha família sente-se encorajada pelo fato de eu ter voltado a estudar.

      9. Qual é a disciplina que mais gosta?
a)      Literatura
b)      Matemática
c)      Educação física
d)      Matemática e geografia
      10. Tens o hábito de ler?
a)      Gosto muito de ler. Freqüento assiduamente a biblioteca publica.
b)      Não tenho o hábito de ler livros, mas leio revistas e jornais.
c)      Não.
d)     Gosto e leio sempre.


Relatório de atividades desenvolvidas agosto/setembro - 2010

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA- PIBID












RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO GRUPO PIBID / UNISINOS / PLANGG
Período: agosto e setembro / 2010







Professora coordenadora: Maria Helena Albé
Professor supervisor: Vladimir Fernando Schnee Krueger
Alunas bolsistas: Ana Paula Joner
Bruna de Mello
Cátia Fernanda Dallarosa
Joice Steffens
Paula Schmitt Halmenschlager

















Novo Hamburgo, 05 de outubro de 2010

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES REALIZADAS

Após a reunião realizada entre bolsistas, professores supervisores e coordenadores envolvidos no projeto PIBID, as alunas foram recebidas no Colégio Engenheiro Ignácio Christiano Plangg e, de início, foram apresentadas às pessoas responsáveis por setores diversos, entre eles, direção, supervisão, secretaria, refeitório, limpeza, enfim, a escola, de modo geral, representada por seus diferentes profissionais teve conhecimento de que pessoas estavam iniciando um trabalho que estabeleceria uma parceria entre Capes, Unisinos e Ignácio Plangg.
As bolsistas conheceram as dependências da escola, sendo o trajeto iniciado pela sala dos professores e suas adjacências, as quais compreendem Supervisão Escolar, SOE, salas da Direção, Vice-Direção e Secretaria. Conduzidas ao pátio da instituição, as alunas vislumbraram as salas de aula e puderam ter a noção da organização destas, da divisão que têm pelos anos do Ensino Médio em sequência, ou seja, do primeiro ano, iniciado pela turma 101 ao terceiro ano, turma 302. Durante o reconhecimento de salas de aula e os devidos comentários realizados pelo professor supervisor, houve a apresentação da biblioteca, do refeitório, da cantina, da sala de multimeios, dos laboratórios de Informática, de Ciências e a sala de Artes. Como etapa final da apresentação das dependências do colégio, foram visitados o pátio e as quadras de futebol, futsal, vôlei, basquete e quadra de areia.
O cenário estava reconhecido; chegava o momento de conhecer um pouco dos atores da escola. Nessa etapa dos trabalhos as alunas, em conjunto com o professor supervisor, formularam entrevistas diversas, capazes de promover um retrato inicial do fazer escolar. Dessa maneira, a interação das bolsistas foi estabelecida com a direção, secretaria, representante da docência, funcionárias da limpeza, do refeitório, o profissional que monitora o pátio, vice-direção, setor financeiro, supervisão e orientação escolar, responsáveis pela biblioteca e alunos. A familiaridade com a instituição estava ainda mais afinada; as bolsistas do PIBID, que já reconheciam cenário e profissionais que fazem o processo educacional, partiam para um diagnóstico específico para a área de Língua Portuguesa e Literatura: uma investigação minuciosa de todo o acervo disponível para esta área do conhecimento, desde livros didáticos enviados pelo Governo Federal, até obras das literaturas brasileira e estrangeira, além de gramáticas e revistas do gênero. Ao termino do inventário literário, o acervo foi reorganizado. Manteve-se a ordem alfabética pelo sobrenome do autor e, como proposta alternativa, foi realizada uma divisão das obras em literatura brasileira e estrangeira. Dentro dessa divisão, as obras forma ordenadas como já era regra, ou seja, pela ordem alfabética do sobrenome dos autores.
Na última semana de setembro ficou marcada uma reunião para início de outubro, na qual serão estudados o texto teórico “Projeto político-pedagógico da escola : uma construção coletiva,” de Ilma Passos Alencastro Veiga e também o projeto político-pedagógico do Colégio Estadual Engenheiro Ignácio Christiano Plangg. Nesse mesmo encontro realizado para marcar a reunião de estudos, algumas questões relativas ao primeiro projeto a ser realizado com as bolsistas: atividades envolvendo alunos de segundo ano, na disciplina de Literatura, com aspectos de Machado de Assis.   


segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Enquanto estamos na escola o ponto de encontro das bolsistas para a realização das atividades é na biblioteca e conversando com a bibliotecaria é que decidimos a nossa pirmeira ação autonoma (não prevista no cronograma do PIBID) dentro da escola. Decidimos fazer um levamtamento bibliográfico do acervo da biblioteca. Com isso poderiamos descobrir o que a biblioteca tem a oferecer para seus alunos. Nossa intensão é também reorganizar os livros, pois eles não apresentam nenhuma ordem o que dificulta a procura de um determinado exemplar. Nossa outra intensão é chamar a atenção dos alunos para algo que acontece frequentemente na escola: a depredação dos livros. Existe um número conseiderável de livros que vem sendo rasurados pelos alunos. O maior número de livros rasurados são didáticos. Podemos encontrar diversos tipos de depredação nos materias didáticos alguns livros estão riscados, outros estão rasgados, faltando inclusive páginas inteiras em determinados exemplares. O objetivo das bolsistas é de ao término do levantamento do acervo da biblioteca realizar uma mostra literária com esses livros que foram rasurados. Com isso pretendemos chamar a atenção dos alunos e pedir para que els cuidem melhor do material que eles precisam usar.
Dicionário de inlglês rasurado

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Como previsto no cronograma do PIBID nós bolsistas iniciamos com a elaboração de entrevistas para os funcionários do colégio Plangg. Sabemos que as pessoas são diferentes e os cargos também, por isso nos bolsistas tivemos a preocupação em elaborar entrevistas pensando na pessoa que seria entrevistada. Para isso tivemos a ajuda do porfessor supervisor, pois ele já conhece os funcionários e assim pode nos orientar nas perguntas de maneira que elas ficassem mais aprofundadas. Algumas perguntas como: Como você se chama, quanto tempo trabalha na escola, qual o seu cargo, são realizadas com todos os entrevistados. Não seguimos um número padrão de perguntas para algumas pessoas foram fietas mais e para outras menos perguntas. O número variava conforme as dúvidas e curiosidades que tinhamos.